Gelatina alcoólica
Bate-bolinha com a artista plástica Jade Marra, idealizadora da Jellys Lafer, ao da confeiteira Luiza Lafer
Depois das antigas gelatinas de cachaça, é a vez da versão moderna, artística e com sabor de drinque, invadir as festas de família, de amigos, infantis – aqui, sem álcool. Jade Marra, artista plástica, e Luiza Lafer, confeitaria, são as autoras dos coquetéis em formato de cubo da Jellys Lafer, em São Paulo. Confira nosso bate-bolinha com a Jade!
Como a Jellys Lafer começou?
Levou seis meses a concepção. Então fizemos gelatinas para um evento e as pessoas começaram a pedir. Aí vimos que era uma produção escalável, em que mudamos as cores e personalizamos. Leva três dias para ficar pronta. Estamos atendendo muitas marcas, casamentos. As pessoas consomem mais como aperitivo.

Como é o processo de produção da dupla?
A Luiza entra com o refinamento da receita, a quantidade de álcool, a estrutura. Eu, com a paleta de cores. Unimos confeitaria e arte ainda mais. As receitas são nossas, frutos de pesquisa, e possuem no máximo 5% de álcool, queremos mais sabor.
Quais os planos para o futuro do projeto?
Queremos fortalecer a Jellys Lafer como uma marca independente. E chegar a hotéis, menus de restaurantes. Hoje temos Fitzgerald, Paloma, Carajillo, Piña Colada, Caipi Maracujá, Margarita, Lichia Martini e Caipirinha, mas estamos planejando fechar a “carta” em doze drinques, incluindo um com um coquetel não-alcoólico. Sem mais spoiler!
@jellyslafer


