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O rei da água doce

Depois de fazer sucesso nas cidades de São Paulo e do Rio de Janeiro, o festival Gosto da Amazônia chega a Brasília

Casa de Mainha | Foto: Guto Martins

Até o dia 26 de setembro os moradores de Brasília poderão participar do festival Gosto da Amazônia – o evento que ajuda a difundir o consumo do pirarucu selvagem de manejo. Os principais restaurantes e bares da cidade aderiram em massa e criaram pratos deliciosos com o peixe. Vale lembrar que o pirarucu é um dos maiores símbolos da Amazônia, podendo chegar a impressionantes 3 metros de comprimento, além de pesar até 200 quilos, o que faz dele o maior peixe de escamas de água doce do mundo. Muito consumido nos estados da região Norte do país, o peixe estava quase extinto quando, em 1996, o Ibama proibiu sua captura e comercialização no Amazonas.

 

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Barbacoa | Foto: Tiago Loei

Blas | Foto: Guto Martins

Reverso | Foto: Tiago Loei

Santé 13 | Foto: Guto Martins

BSB Grill | Foto: Guto Martins

Primeiro Bar | Foto: Guto Martins

Grand Cru | Foto: Guto Martins

Bistro Croissanterie | Foto: Guto Martins

A-mano | Foto: Guto Martins

Cantucci | Foto: Guto Martins

Senac | Foto: Tiago Loei

Pinella | Foto: Guto Martins

Taypá | Foto: Guto Martins

Sagrado Mar | Foto: Guto Martins

Le Parisien | Foto: Guto Martins

Sallva Bar | Foto: Guto Martins

Mayer | Foto: Guto Martins

Ticiana Werner | Foto: Guto Martins

Atracado | Foto: Guto Martins

Superquadra Bar | Foto: Guto Martins

Lago Restaurante | Foto: Tiago Loei

Grand Bier | Foto: Guto Martins

Dom Francisco | Foto: Tiago Loei

Armazém Origens | Foto: Guto Martins

     

    Foi quando, em 1999, entrou em cena o Instituto Mamirauá, que criou um sistema fantástico para o manejo do pirarucu e, o melhor, com forte engajamento das comunidades indígenas e ribeirinhas. Se não bastasse, a prática ainda protege a floresta e gera renda para as famílias. Para que tudo funcione de maneira adequada, o manejo sustentável obedece a três regras:

    • A pesca é realizada apenas no período da seca, entre setembro e novembro, respeitando o ciclo reprodutivo da espécie.
    • Só podem ser pescados pirarucus acima de 1,5 metro.
    • O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) autoriza a pesca de apenas 30% da população adulta do pirarucu em cada lago em que ocorra o manejo – ou seja, garante o crescimento progressivo da população de peixes. Vinte e dois anos depois, só há motivos para comemorar.

    Villa Cinco | Foto: Guto Martins

    Brasis | Foto: Guto Martins

    Empório Arábe | Foto: Guto Martins

    Rocks Grill | Foto: Guto Martins

    Ouriço | Foto: GutoMartins

    Confraria do Camarão | Foto: Tiago Loei

    Universal | Foto: Guto Martins

    Flor de Lótus | Foto: Guto Martins

    Authoral Cozinha | Foto: Guto Martins

    A-mano | Foto: Guto Martins

    Dolce Far Niente | Foto: Guto Martins

    Pobre Juan | Foto Rodrigo Azevedo

    Belini Pani | Foto: Guto Martins

    Rei do Camarão | Foto: Tiago Loei

    Comedoria Sazonal | Foto: Guto Martins

    Villa Tevere | Foto: Guto Martins

    Swine Bar | Foto: Guto Martins

    Sushi San | Foto: Tiago Loei

    Saveur Bistro | Foto: Guto Martins

    Olivae | Foto: Guto Martins

    Amano | Foto: Guto Martins

    Casa de Mainha | Foto: Guto Martins

    Dona Lenha | Foto: Guto Martins

    Norton | Foto: Guto Martins

    Makisan | Foto: Guto Martins

    Fuego | Foto: Guto Martins

       

      O pirarucu e outras espécies voltaram a habitar as várzeas amazônicas em abundância. Escolha o seu restaurante e aprecie pratos dos mais saborosos, com um peixe de sabor único.

      Acesse gostodaamazonia.com.br/festival e veja as casas participantes.

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      Ricardo Castilho

      Ricardo Castilho é diretor editorial de Prazeres da Mesa

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