Existe um momento em que o bar deixa de ser só bar e vira palco. O Hennessy MyWay chega ao Brasil justamente para isso. Pela primeira vez, bartenders de São Paulo e do Rio entram no circuito global da maison e passam a disputar uma vaga em Paris não apenas com receitas, mas com ideias.
O ponto de partida é o cognac. Mas o destino é outro. O desafio propõe olhar para o Hennessy sem o peso do clássico intocável e colocá-lo em movimento, em diálogo com ingredientes locais, práticas mais conscientes e uma nova forma de servir. Mais do que equilibrar sabores, trata-se de construir um gesto. Um ritual que começa no balcão e termina na memória de quem bebe.
Não é por acaso. A coquetelaria vive um momento em que técnica já não basta. O que se busca agora é discurso. Origem dos insumos, aproveitamento integral, escolhas mais sustentáveis, narrativa. O drinque como linguagem. E é exatamente aí que o MyWay se posiciona.
A mecânica acompanha esse raciocínio. Primeiro, o vídeo. Curto, direto, autoral. A inscrição acontece até 30 de abril e já funciona como filtro criativo. Depois, vêm as etapas regionais entre maio e agosto, em que os participantes precisam provar consistência, não só inspiração. No final do percurso, os melhores avançam ao Top 25 global e seguem para Paris, em outubro, com tudo pago, para apresentar uma terceira criação. Outra camada, outro capítulo.
No copo, o cognac ganha novas leituras. Seja com o V.S ou o V.S.O.P, ele deixa de ser apenas base e vira fio condutor. Pode ser mais leve, mais vibrante, mais contemporâneo. O importante é que faça sentido dentro da história proposta.
A avaliação também muda de eixo. Sustentabilidade pesa. O ritual de serviço conta. A fluidez da ideia importa tanto quanto a técnica. E o conhecimento do produto aparece como base, não como fim. No fundo, é menos sobre acertar uma receita perfeita e mais sobre construir uma experiência que fique.



