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Melhores do Ano Prazeres da Mesa/ Rede

Da redação

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Melhores do ano_Rede

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Você ajudou a votar nos vencedores em cada categoria do prêmio Melhores do Ano Prazeres da Mesa/Rede e agora é a hora de conhecer os vencedores. Vale lembrar que em um primeiro momento, 165 especialistas – entre chefs, críticos, jornalistas e estudiosos da gastronomia, indicaram nomes para cada uma das categorias, os que se repetiram mais vezes formaram a lista de finalistas que entre 2 e 27 de maio esteve disponível para votação popular. São escolhas da redação apenas os condecorados como Personalidade da Gastronomia e Responsabilidade Social.

Ao todo, o prêmio Melhores do Ano teve 22.174 votos em 28.593 visitas únicas. Desse número foram descartados os números de IP e endereços de e-mail repetidos ou inválidos e validados 17.668 votos. Em média, as pessoas completaram 78% do questionário e demoraram 4 minutos e 14 segundos para responder a votação. Sem mais delongas, vamos aos vencedores de 2016.


Personalidade da Gastronomia

Raul Anselmo Randon

O empresário faz parte daquele time que poderia estar aposentado e apenas curtindo tudo o que construiu. Porém, Raul Anselmo Randon pertence ao grupo de pessoas que sente prazer em fazer, criar e inovar. O grupo Randon engloba dez empresas, entre elas uma das maiores fabricantes mundiais de carrocerias de caminhão e de implementos agrícolas. Mas aqui ele é premiado pelas contribuições para a boa mesa. Começa por excelente produção de maçãs, passa pelos vinhos RAR, que elabora em parceria com a vinícola Miolo, na qual é um dos sócios e chega aos queijos. Produtor de um excelente grano padano, ele se prepara para colocar no mercado um parmesão cheio de estilo.
Recordando esses itens que fazem parte da gastronomia, sua plantação de maçãs o posiciona em quinto lugar como produtor da fruta no Brasil. O vinho RAR nasceu para celebrar as bodas de ouro com dona Nilva e virou um grande negócio. Ele acabou, inclusive, de lançar um espumante rosé com o nome da mulher. Já a produção de queijo tipo grana padano é cheia de história e de reconhecimento. Começou com o envio de funcionários para a cidade de Manerbio, na Bréscia, província da região da Lombardia, no norte da Itália, para aprender todas as etapas e segredos da produção da iguaria. A segunda etapa foi importar 130 novilhas de uma raça holandesa, trazidas dos Estados Unidos, em dois Boeing, para que fornecessem o leite. A granulação, uma das características desse tipo de queijo, é perfeita no gran formaggio produzido por Randon. Os 12 meses mínimos de maturação (em geral, ficam mais tempo) em câmaras frias resultam em um queijo de sabor marcante, único, cheio de aromas, como os melhores do mundo.

Mas, depois de ler as linhas acima você vai pensar que Randon nasceu em berço de ouro e teve vida fácil, fique sabendo que sim, ele nasceu em um grande berço, desses que só as famílias humildes conhecem. Aos 9 anos, cultivava a terra com os avós na colônia, aos 14, já fabricava machados, enxadas e outras ferramentas, com o pai, e estudava à noite. Avesso à escola, desistiu dos estudos sem completar o ensino primário. Entretanto, nunca parou de trabalhar, o que faz até hoje a nossa Personalidade da Gastronomia.
mulher.

Responsabilidade Social

Instituto ATÁ

Há três anos Alex Atala e um grupo de apoiadores resolveram criar um instituto para fortalecer as cadeias produtivas dos alimentos provenientes da biodiversidade brasileira. Tarefa hercúlea, ancorada na liderança de Alex e na experiência comprovada de um grupo de profissionais e amigos comprometidos com a causa. De uma forma extremamente pragmática e com as incertezas e incoerências do mercado da alimentação, que não privilegia a produção familiar, artesanal e de pequena escala, o Instituto Atá cerrou fileira em projetos emblemáticos que definiram um modo operacional, que pode de fato impactar positivamente as cadeias de produção e comercialização de produtos provenientes de comunidades indígenas e tradicionais.

O trabalho com a pimenta jiquitaia Baniwa é um desses exemplos, que conseguiu com base no desenvolvimento e acesso ao mercado, a partir de uma parceria com o Instituto Sócio-Ambiental, ISA, ampliar o número de casas de produção do ingrediente junto ao povo Baniwa, no Amazonas. Na ponta do consumo, o Instituto Atá assumiu a tarefa de administrar cinco espaços de comercialização e de revitalizar, junto à Prefeitura de São Paulo, o Mercado de Pinheiros, garantindo a presença de produtos dos biomas brasileiros que, como a pimenta Baniwa, têm um local adequado e gastronomicamente coerente para sua promoção e venda. Da produção à comercialização, o Instituto Atá, conseguiu mostrar que é possível criar um modelo de valorização que pode ser replicado para o mel de abelhas nativas, o cambuci, a baunilha do cerrado, os queijos artesanais, a amêndoa do pequi, o tucupi e uma miríade de produtos que esperam uma oportunidade para chegar ao gosto do mercado consumidor da nova gastronomia.

Chef do Ano

Jefferson Rueda (A Casa do Porco Bar, São Paulo, SP)

Mostrando que a boa cozinha pode estar em qualquer lugar, tipo de estabelecimento ou região da cidade, Jefferson Rueda resgatou suas origens interioranas e fez sua homenagem à carne suína. A Casa do Porco é sucesso absoluto e levou Rueda ao título do ano, com votação expressiva em todos os cantos do Brasil. Criativo e muito profissional, ele criou receitas diversas que instigam o paladar e já são clássicos da cidade, como a barriga de porco crocante com camada de goiabada, o porco San Zé, pedaços úmidos e de pele durinha, escoltado por tutu de feijão e tartare de banana. A seu lado, no comando da casa, está a chef Janaina Rueda, sua mulher.

Outros finalistas
André Saburó (Quina do Futuro, Recife, PE)
Daniel Redondo (Maní, São Paulo, SP)
Leonardo Paixão (Glouton, Belo Horizonte, MG)
Rafa Costa e Silva (Lasai, Rio de Janeiro, RJ)

Chef Revelação

Rodolfo de Santis (Nino Cucina, São Paulo, SP)

Italiano de Gallipoli, região da Puglia, está no Brasil desde 2010. Depois de passar por algumas casas, como o Domenico e o Tappo Trattoria, parece ter alcançado maturidade em seu restaurante, o Nino Cucina, o que lhe confere o prêmio de Chef Revelação 2016. Essas mudanças constantes deixavam dúvidas sobre a constância do cozinheiro. Agora, ele mostra talento e competência, com uma cozinha cheia de sabor. Isso pode ser conferido em pratos como a polpette, de carne suculenta e bem recheada com queijo e coberta com delicioso molho de tomate. Outra aposta certeira é a língua com polenta rústica com trigo sarraceno, queijo fontina e cogumelo-portobello grelhado. Massas como o nhoque com queijo taleggio e ossobuco são imperdíveis.

Outros finalistas
Ivan Ralston (Tuju, São Paulo, SP)
Lui Veronese (CRU – Balcão Criativo, Brasília, DF)
Marcelo Schambeck (Del Barbiere Bistro, Porto Alegre, RS)
Thiago Bañares (Tan Tan Noodle Bar, São Paulo, SP)

Restaurante do Ano

Maní (São Paulo, SP)

A casa levanta o tricampeonato com votação expressiva tanto no voto do júri de especialistas como no popular. E não é para menos. Ali tem uma equipe afinada que faz uma cozinha alegre e cheia de sabor comandada pelos chefs Daniel Redondo e Helena Rizzo. Pratos como o nhoque de mandioquinha, o arroz com polvo e o peixe com bacuri mostram respeito pelo produto, pelos produtores familiares e pelos ingredientes brasileiros. É parada obrigatória para quem quer comer bem e viver boa experiência à mesa.

Outros finalistas
Lasai (Rio de Janeiro, RJ)
Manu (Curitiba, PR)
Olympe (Rio de Janeiro, RJ)
Tête à Tête (São Paulo, SP)

Restaurante do Ano Norte

Remanso do Bosque (Belém, PA)

A casa da família Castanho leva o bicampeonato e mostra que o talento da dupla de chefs Felipe e Thiago Castanho, com respeito e bom uso da matéria-prima, ainda tem muito a mostrar no panorama da cozinha brasileira. Dois pratos são ícones da casa e merecem qualquer viagem a Belém. O filhote assado na brasa é tradição de família aprendida com o patriarca, Francisco. É temperado com vinho branco, sal, limão e pimenta-do-reino. Vem na companhia de salada de feijão-manteiguinha e macaxeira na manteiga de garrafa. Outro destaque é a mousse de chocolate elaborada com cacau vindo da Ilha do Combu, um dos lugares preferidos pelos irmãos Castanho para a busca de insumos regionais.

Outros finalistas

Banzeiro (Manaus, AM)
La Coquette (Manaus, AM)
Lá em Casa (Belém, PA)
Manjar Das Garças (Belém, PA)

Restaurante do Ano Nordeste

Quina do Futuro (Recife, PE)

O título vai para a casa de André Saburó, especializado na culinária japonesa e um dos melhores do Brasil. O chef herdou o comando de seu pai, Shigeru, com quem aprendeu os primeiros segredos dos peixes em passeios pelas bancas do mercado. A escolha dos produtos de melhor qualidade foi a primeira lição do cozinheiro do restaurante Quina do Futuro. Além de manusear como poucos a matéria-prima, Saburó sabe formar equipes atentas ao serviço de salão, fator fundamental para o sucesso de uma casa.

Outros finalistas
Amado (Salvador, BA)
Casa de Tereza (Salvador, BA)
Casa Roccia (João Pessoa, PB)
Wiella Bistro (Recife, PE)

Restaurante do Ano Sul

Ostradamus (Florianópolis, SC)

Foi o olhar atento de Jaime José de Barcelos que fez a lanchonete instalada em sua antiga oficina mecânica virar um paraíso para os amantes de ostras. Ele percebeu que a produção do molusco crescia na região e decidiu ampliar o cardápio. Hoje, o vencedor na categoria Restaurante do Ano da Região Sul é um dos melhores lugares para apreciar ostras – servidas ao natural, ao bafo e gratinadas – no país. De tão fresco, o ingrediente chega à mesa
ainda pulsando.

Outros finalistas
Floriano Spiess – Cozinha de Autor (Porto Alegre, RS)
Hashi (Porto Alegre, RS)
Manu (Curitiba, PR)
Nomaa (Curitiba, PR)

Restaurante do Ano Sudeste

Glouton (Belo Horizonte, MG)

O nome de Léo Paixão é recorrente quando o tema são os novos talentos da gastronomia brasileira. Conhecido por exercer uma cozinha autoral, ele começou a vida entre as panelas, graças à influência dos avós. Porém, formou-se primeiro em medicina antes de descobrir que queria mesmo seguir a gastronomia. Desenvolveu técnicas culinárias em Paris, na França, e hoje define a cozinha do Glouton como mineira contemporânea.

Outros finalistas
Lasai (Rio de Janeiro, RJ)
Maní (São Paulo, SP)
Olympe (Rio de Janeiro, RJ)
Soeta (Vitória, ES)

Restaurante do Ano Centro-Oeste

Mahalo (Cuiabá, MT)

Em uma das disputas mais acirradas de nosso prêmio, destaque para a casa da chef Ariani Malouf. O nome da charmosa e aconchegante casa significa gratidão. Ariani tem formação francesa, o que ajuda a explicar o bom acabamento e a mistura perfeita de ingredientes que faz na cozinha.

Outros finalistas
CRU – Balcão Criativo (Brasília, DF)
Íz Restaurante (Goiânia, GO)
Olivae (Brasília, DF)
Taypá (Brasília, DF)

Banqueteiro

Viko Tangoda, Viko Gastronomia

Eleito por Prazeres da Mesa como o Melhor Chef Banqueteiro de 2013, Viko Tangoda leva o bicampeonato. Conhecido por comandar grandes preparações do Carnaval e da Fórmula 1, Tangoda transfere a peculiar personalidade às criações do bufê com pratos que mesclam culturas com referências aliadas a apresentações sofisticadas. Além disso, ministra cursos em escolas de gastronomia e assina jantares em eventos beneficentes.

Outros finalistas
Alessandra Divani, Divani Gastronomia
Fasano, Buffet Fasano
Neka Menna Barreto, Neka Gastronomia
Vinícius Rojo, Rojo Criatividade Gourmet

Brigada de Ouro

D.O.M. (São Paulo, SP)

A excelência gastronômica do D.O.M., de Alex Atala, já foi reconhecida em diferentes prêmios, entretanto, o chef mostra que não entende apenas de coordenação das panelas, ao exibir no salão a equipe bem treinada. Não por acaso, foi também este o único restaurante a receber duas estrelas no Guia Michelin Rio de Janeiro & São Paulo 2015, que avalia, entre outros quesitos, a qualidade do serviço prestado ao comensal.

Outros finalistas
Fasano(São Paulo, SP)
Lasai (Rio de Janeiro, RJ)
Maní (São Paulo, SP)
Olympe (Rio de Janeiro, RJ)

Barista

Flavia Pogliani (The Little Coffee Shop, São Paulo, SP)

Campeã do ano, apesar de ser uma das menores cafeterias de São Paulo, The Little Coffee Shop, instalada no andar de baixo de um pequeno sobrado, vende cerca de 100 xícaras de café por dia. Mas não foi sempre que Flavia Pogliani soube que teria uma lojinha especializada em café, ela se interessou pela área durante a pós-graduação na Austrália, ao trabalhar servindo a bebida em restaurantes para pagar as contas. De volta ao Brasil, pediu um espaço na vitrine da loja da mãe para abrir a cafeteria, em outubro de 2014,
cativando clientes logo na primeira
semana de inauguração.

Outros finalistas
Danielly Soares (Amika Coffeehouse, Fortaleza, CE)
Graciele Rodrigues (Black Coffee, Curitiba, PR)
Léo Moço (Café do Moço, Curitiba, PR)

Chef Patissier

Carole Crema (La Vie em Douce, São Paulo, SP)

A talentosa Carole Crema leva o título de 2016, na disputa mais acirrada do prêmio. A diferença entre todos os participantes foi de poucos votos. Carole começou a carreira em 1990. É formada pela Thames Valley University e pela The Moisimann Academy, em Londres, e pelo instituto La Cultura Alimentari, em Milão. Uma de suas características é a de pesquisar sobre os produtos antes de criar as sobremesas. Venceu o prêmio em 2011 e agora chega ao bicampeonato. Atualmente, comanda La Vie, é professora da Escola Wilma Kövesi de Culinária e participa do programa de televisão do canal GNT, Que Seja Doce.

Outros finalistas

Diego Lozano (Escola de Confeitaria Diego Lozano, São Paulo, SP)
Lia Quinderé (Sucré Patisserie, Fortaleza, CE)
Rafael Barros (Opera Ganache, São Paulo, SP)
Saiko Izawa (A Casa do Porco Bar, São Paulo, SP)

Artesão da Gastronomia

Jatobá Orgânicos (conservas, geleias, molhos, purê de frutas, óleos, pimentas, temperos e purês e sopas) – Ouro Fino, MG

Conservas, geleias, molhos, purês de frutas, óleos, pimentas, temperos e sopas são algumas das iguarias orgânicas oferecidas no Jatobá. A empresa familiar está no mercado desde 1987, sempre trabalhando com o conceito de sustentabilidade dos ingredientes e do processo de produção. O diferencial desses produtos, além da origem responsável, é o clima de montanha do sul de Minas Gerais, onde se encontram água pura, solos férteis e clima ideal para a produção de alimentos.

Outros finalistas
Guará Vermelho (vieiras) – Ubatuba, SP
Linguiçaria Real Bragança (embutidos) – Bragança Paulista, SP
Sítio Solidão (queijos) – Miguel Pereira, RJ
Ubaldo Angelini (legumes e pimentas) – Piedade, SP

Melhor Bar

A Casa do Porco Bar (São Paulo, SP)

Uma das melhores novidades da gastronomia do último ano fica, merecidamente, com o título. Em A Casa do Porco Bar, comandada pelo casal de chefs Jefferson e Janaina Rueda, as receitas suínas são o destaque. Inaugurado em setembro de 2015, o estabelecimento serve diversos pratos nada óbvios nos quais a carne de porco é a estrela. Torresmo de barriga de porco com goiabada; saquinho de pururuca; sushi de papada de porco com tucupi-preto; e lámen de porco são algumas opções do cardápio, além do Porco San Zé, preparo que inspirou a abertura do bar. As sobremesas são elaboradas por Saiko Izawa. Fazem sucesso o pudim de leite com chantilly de caramelo e algodão–doce e os morangos com fitas de salsão e sorbet de manjericão.

Outros finalistas
Bar da Dona Onça (São Paulo, SP)
Frank Bar (São Paulo, SP)
Paris Bar (Rio de Janeiro, RJ)
Veríssimo (São Paulo, SP)

Melhor Café da Manhã

Padoca do Maní (São Paulo, SP)

Em pouco tempo se tornou referência e um dos pontos favoritos de São Paulo e conquista o primeiro lugar no primeiro ano de vida. A Padoca do Maní oferece produtos frescos e gourmet para uma experiência inesquecível. O café da manhã da padaria tem opções triviais, mas preparadas com bastante apreço e carinho em razão dos ingredientes. Para a primeira refeição do dia, é possível pedir o kit Café Padoca, com seleção de pães de fermentação natural, manteiga e geleia, suco, salada de frutas com iogurte e granola por 30 reais, para duas pessoas.

Outros finalistas
Empório Jardim (Rio de Janeiro, RJ)
Julice Boulangère (São Paulo, SP)
Le Vin Bistro (São Paulo, SP)
Pain et Chocolat (São Paulo, SP)

Melhor sobremesa

Churros, Adega Santiago (São Paulo, SP)

Mesmo quem costuma pular a hora da sobremesa não resiste aos churros da Adega Santiago, que leva o título deste ano. Com duas unidades em São Paulo, reúne o melhor da culinária portuguesa e espanhola em um único lugar. Bacalhau, tapas e frutos do mar são algumas delícias ibéricas que fazem parte do cardápio da casa. Independentemente de qual será a pedida do prato principal, a escolha da sobremesa é quase sempre unânime na Adega Santiago. A famosa porção de churros acompanhada de um pote de doce de leite costuma chegar quentinha e em instantes são devorados pelos clientes.

Outros finalistas
Figos ao Porto com creme de mascarpone, Alloro Ristorante (Rio de Janeiro, RJ)
Morango com merengue e fitas de salsão, A Casa do Porco Bar (São Paulo, SP)
Texturas de coco, A Peixaria (São Paulo, SP)

Melhor Hambúrguer

12 Burger & Bistrô (São Paulo, SP)

O 12 Burguer & Bistro (São Paulo, SP) do chef Greigor Caisley ficou com a ponta em uma das disputas mais acirradas, a poucos pontos do segundo e terceiro lugares. No cardápio da casa é possível encontrar hambúrgueres para todo gosto. Do tradicional x-salada ao pedido mais elaborado, destacam-se o hambúrguer que leva o nome da casa e outro de carne de porco com maçã, bacon e agrião. Os acompanhamentos complementam os protagonistas em porções generosas.

Outros finalistas
Holy Burger (São Paulo, SP)
Meats (São Paulo, SP)
Reserva T.T. Burger (Rio de Janeiro, RJ)
Z Deli (São Paulo, SP)

Melhor Pizzaria

Baco Pizzaria (Brasília, DF)

A campeã deste ano segue fielmente a receita recomendada pela Associazione Verace Pizza Napoletana, que rege algumas normas para a receita original da pizza. Mas a história da casa é curiosa. Em 1999, nasceu o Baco Bar a Vin no galpão gastronômico Quituarte, na Asa Norte. Na época, o Baco servia sanduíches, e o carro-chefe eram os lanches com pão ciabatta. Depois de algum tempo, a casa começou a vender pizzas. Sabores inusitados como gorgonzola com pera chamaram a atenção da clientela, e as pizzas logo dominaram o cardápio.  Em 2003, o bar se transformou oficialmente em pizzaria e mudou de lugar.  Atualmente, o restaurante conta com duas unidades, uma na Asa Norte e outra na Asa Sul. 

Outros finalistas
Carlos Pizza (São Paulo, SP)
Leggera – La Vera Pizza Napoletana (São Paulo, SP)
Speranza (São Paulo, SP)
Veridiana (São Paulo, SP)

Melhor Sanduíche

Z Deli (São Paulo, SP)

Mesmo sendo reconhecido pelos hambúrgueres, o Z Deli começou como uma casa especializada em sanduíches, categoria em que sai vencedor neste ano. Inaugurado em 2011 pelo chef Julio Raw, a primeira unidade, localizada nos Jardins, tinha apenas 16 lugares, mas já era elogiada pelos lanches de qualidade, como o sanduíche de pastrami. Em 2014, o Z Deli abriu outra casa em Pinheiros, dessa vez maior. Sempre com filas na hora do almoço e do jantar, Z Deli conta com diversas opções de sanduíches feitos em pão de forma, pão de hambúrguer e pão de centeio.

Outros finalistas
Bar Balcão(São Paulo, SP)
Da Roberta (Rio de Janeiro, RJ)
Ponto Chic (São Paulo, SP)
Town Sandwich & Co (São Paulo, SP)

Restaurante de Cozinha Brasileira

Mocotó (São Paulo, SP)

O chef Rodrigo Oliveira está se tornando um especialista em ganhar prêmios. Como venceu com o Esquina Mocotó em 2015, leva o bicampeonato com sua casa mais tradicional. Localizado na Zona Norte de São Paulo, representa a comida sertaneja por meio das receitas do fundador da casa, José de Almeida, seu pai. Além da qualidade, o preço é outro atrativo. Uma das pedidas mais aclamadas do Mocotó é a carne de sol na chapa com alho assado, pimenta-biquinho e chips de mandioca e os melhores torresmos, sempre tenros e sequinhos.

Outros finalistas
Aprazível (Rio de Janeiro, RJ)
Esquina Mocotó (São Paulo, SP)
Jiquitaia(São Paulo, SP)
Tordesilhas (São Paulo, SP)

Melhor Padaria

Padoca do Maní (São Paulo, SP)

Em disputa das mais acirradas, a vencedora é a Padoca do Maní. Inaugurada em janeiro de 2015, o projeto começou em parceira com a chef Fernanda Valdívia, que já cuidava dos pães no restaurante. A padeira Papoula Ribeiro entrou para o time em agosto levando toda a sua experiência para a padaria. Todo os dias são produzidos em média sete tipos de pão, além de ovos mexidos, bolos e tapiocas.

Outros finalistas
Cum Panio (Belo Horizonte, MG)
Julice Boulangerie (São Paulo, SP)
PAO (São Paulo, SP)
Santo Pão (São Paulo, SP)

Melhor Sorveteria

Bacio di Latte (São Paulo e Rio de Janeiro, SP e RJ)

Outra bicampeã de nosso prêmio, A Bacio Di Latte surgiu discreta na Rua Oscar Freire, em São Paulo, e hoje se espalha por vários endereços e charmosos carrinhos em aeroportos. A qualidade dos ingredientes logo foi reconhecida e não tardou para que as calçadas, em frente e vizinhas da loja, ficassem tomadas por filas. O sabor que leva o nome da casa, com leite e creme de leite, é fantástico, mas os de frutas e de chocolate tiram qualquer um do regime.

Outros finalistas
Cairu (Belém, Pará)
Casa Elli (São Paulo, SP)
Frida & Mina (São Paulo, SP)
Gelato Boutique (São Paulo, SP)

Melhor Comida de Rua

Da Roberta (Roberta Sudbrack, Rio de Janeiro, RJ)

Irrequieta e muito trabalhadora, Roberta Sudbrack leva o caneco por seu novo empreendimento. Em uma mistura de bar e food truck, Roberta serve os já famosos suddogs, releituras do hot-dog, e os sanduíches de pastrami, bastante conhecidos em Nova York. O local é informal e decorado com clima de garagem, com grafites e lâmpadas penduradas, oferecendo aos clientes apenas algumas mesinhas de apoio. Para arrematar a refeição, um dos destaques é o bolo molhado de chocolate, com bastante calda para ninguém botar defeito. A parceria com a cervejaria Jeffrey resultou no chope exclusivo de cajá, tomilho e gengibre.

Outros finalistas
Acarajé da Cira (Jaciara de Jesus Santos, Salvador, BA)
Buzina Food Truck (Jorge Gonzalez e Márcio Silva, São Paulo, SP)
Cilli Cucina Italiana (Felipe Cilli, São Paulo, SP)
Comedoria Gonzales (Checho Gonzales, São Paulo, SP)

Melhor Petisco de bar

Barriga de porco com goiabada (A Casa do Porco, São Paulo, SP)

Em um restaurante onde a carne suína é a protagonista, não poderia faltar a tradicional barriga de porco. Mas, fugindo da mesmice, Jefferson Rueda e Janaina Rueda dão uma nova cara ao prato, incluindo um molho de goiabada suculento e levemente apimentado, além de flores comestíveis e cebola-roxa. Com justiça, leva a taça de 2016.

Outros finalistas
Almofadinha de camarão (Aconchego Carioca, São Paulo e Rio de Janeiro)
Bolinho de bacalhau (Academia da Gula, São Paulo, SP)
Bolovo (12 Burger e Bistrô, São Paulo, SP)
Croquete de pato (Adega Santiago, São Paulo, SP)

Programa de Gastronomia

MasterChef Brasil (Rede Bandeirantes)

Criado na década de 1990 no Reino Unido, a franquia MasterChef chegou ao Brasil em 2014 sob o comando da apresentadora Ana Paula Padrão. É o vencedor deste ano em uma disputa que se mostrou bastante acirrada. O formato é amado e odiado, pelo rigor e tratamento que os jurados precisam mostrar. O programa apresenta uma competição entre cozinheiros amadores que lutam pelo título de se tornar um MasterChef. Cabe aos jurados Erick Jacquin, Paola Carosella e Henrique Fogaça decidir toda semana quem continua
na próxima etapa.

Outros finalistas
Bela Cozinha (Bela Gil, GNT)
Cozinha Prática (Rita Lobo, GNT)
Que Marravilha! (Claude Troisgros, GNT)
The Taste Brasil (GNT)

Livro do Ano

Ana Luiza Trajano – Misture a Gosto, Glossário de Ingredientes do Brasil (Editora Melhoramentos)

Lançado no final de 2015, o livro Misture a Gosto, Glossário de Ingredientes do Brasil traz uma detalhada descrição de aproximadamente 500 ingredientes nacionais. Com fotos, curiosidades e dicas sobre seu uso, o terceiro livro da chef Ana Luiza Trajano, do Espaço Brasil a Gosto, é um manual indispensável para os amantes da gastronomia brasileira. Pesquisadora sobre a cultura e a cozinha de nosso país
há mais de dez anos, Ana Luiza colocou no livro parte de suas descobertas feitas nas diversas expedições que realizou por todas as regiões do Brasil.

Outros finalistas
André Lima de Luca – All Fire (Editora Tapioca)
Bruno Cabral e Manuel Beato – Queijos brasileiros à mesa com cachaça, vinho e cerveja (Editora Senac)
Jean Claude Cara e Ligia Maria Salomão Cara – Vinhos da Borgonha: História, Tradição e Cultura (Editora Melhoramentos)
Milly Lacombe, Maní (Editora DBA)
Nilza Mendonça – Em Busca dos Sabores Perdidos (Editora Senac)

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Prazeres da Mesa

Lançada em 2003, a proposta da revista é saciar o apetite de todos os leitores que gostam de cozinhar, viajar e conhecer os segredos dos bons vinhos e de outras bebidas antecipando tendências e mostrando as novidades desse delicioso universo.

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