Osmar Santos
Na região de Tancredo Neves, entra no Conj. Arvoredo e segue em frente. Fica escondido na Av. São Paulo. É um restaurante italiano, uma joia , mas o nome de batismo é pomposo: La Celestrina. O sotaque europeu é um acaso. A avó do chef Osmar Santos se chamava assim. Osmar, que não sabia fritar um ovo, passou pelo Senac, treinou nas cozinhas do Mistura e do Bela Napoli e arrasava no La Figa, no Pelô. Com essas credenciais tomou coragem e criou sua própria casa no bairro onde mora há 15 anos, com uma filosofia: fazer comida boa e barata para seus vizinhos, que certamente não comem com frequência um risoto de limão siciliano e lagosta (foto). Aliás, a iguaria é a mais cara do cardápio:. É uma delícia. O marisco vem com essa capinha dourada. O grão do arroz, cozido no ponto, tem cor levemente amarelada e sabor cítrico. O cardápio mediterrâneo, leve e com muito fruto do mar, é especial, com clássicos e modernidades. Ostras gratinadas, atum fresco de entrada, sobremesas e um café bacana que ele aprendeu com um brother italiano. Sábado e domingo é concorrido: os amigos grã-finos, feitos por onde passou, lotam a casa.




